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BRUNO PERDIZ


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Bruno Perdiz assume que sempre teve interesse por arte de um modo geral. Pela arte da tatuagem em particular, que conheceu vendo programas como “Miami Ink” e “L.A. Ink”, por exemplo. O interesse em tatuar surgiu em 2012.

 

A sua carreira profissional como tatuador está ainda no inicio. Até 2007 estudou design gráfico, mas foi só em Abril de 2012 que aprendeua tatuar com a missão de se dedicar a “full-time” a esta arte.

Nesse tempo e, durante um ano e meio, foi experimentando, gradualmente, fazer todo o tipo de tatuagens, principalmente trabalhos mais elaborados tentando sempre ser o mais profissional possível, o que resultou numa projeção mais séria do seu trabalho.

Em consequência disso em finais de 2013 foi convidado por Miguel Martins para tatuar no seu estúdio (SublimeVilla), tendo sido o salto necessário para poder evoluir mais rápido (acesso a mais clientes habituados a ter trabalhos mais artísticos), consolidar conhecimentos (trabalhando ao lado de excelentes artistas nomeadamente Miguel Martins e Emanuel Oliveira) e ganhar mais experiencia na área.

 

Desde criança que Bruno sempre desenhou muito, e assume que o desenho é a base necessária para poder ser-se tatuador.

Descobriu que poderia ter talento como tatuador por ter experiencia a nível de desenho, algum conhecimento “artístico”, assim como base em design gráfico, para poder arriscar nesta arte.

 

O artista resume que é preciso saber desenhar bem, ter algum conhecimento de arte e respeito pelas pessoas que no fundo são a “tela” que torna tudo possível.

 

Esta é a sua arte, no entanto, não acredita que a tatuagem alguma vez será vista como forma de arte por todos. Acredita sim que será vista por cada vez mais pessoas, porque há cada vez mais informação de qualidade acerca desta arte ao alcance de todos.

 

As principais recomendações que Bruno Perdiz faz para alguém que se quer tatuar são que, antes de se fazer uma tatuagem, se certifiquem que o tatuador tem experiência suficiente (e/ou um bom portefólio que mostre qualidade no trabalho), que o estúdio/individuo reúna condições de topo ao nível da higiene e segurança (material esterilizado individualmente ou descartável, limpeza no local de trabalho, boa apresentação, respeito pelos clientes) e principalmente que têm a certeza de que estão preparados para fazer uma marca definitiva na pele, independentemente do projeto.

 

Os próximos projetos passam por adquirir o máximo de experiência e conhecimento possível todos os dias, de forma a poder principalmente evoluir a minha arte. Para fazer isso é preciso continuar a trabalhar com dedicação e obviamente ter bons clientes dispostos a terem arte no corpo.

 

 

Bruno já conquistou três prémios: um 3º lugar na categoria Cor, no Lisbon Tattoo Rock Festival 2014. Um 1º lugar também na categoria Cor e um 2º na categoria Retrato na Oporto Tattoo Expo 2015.

 

“Eu considero-me as duas coisas. Sou tatuador porque é a minha profissão e artista porque considero arte aquilo que faço, e não me refiro só a tatuar. Neste momento por exemplo estou a colaborar num projeto paralelo que consiste em fazer arte em sapatilhas. Vamos ver no que dá.”

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